quinta-feira, 10 de julho de 2008

ashes... Cinzas "quando tudo parece carbonizar-se"


pq vc me faz chorar assim?!
q q eu fiz pra vc me machucar tanto?!

;____;

eu não te entendo...
vc não me entende...
a gente já não se entende...
só quando estamos sozinhos, e o silêncio eh suave... queria que o dia não chegasse e que as obrigações não me chamassem... queria que vc não se importasse e que eu aceitasse...
mas parece que eu tô aki pra sofrer
desde o dia que vc resolveu que precisava de liberdade para aproveitar a vida e me pediu um tempo...
me senti bem e segura, feliz e que não rpecisava de mais nada durante quase quatro meses ¬¬' e pra variar... tudo mudou e eu nem vi o que aconteceu...
queria não ser tão desligada e conseguir enxergar o que acontece entre a gente... e com a gente

mas eu sou idiota!
mereço as lágrimas que não param desde um dia que eu nem me lembro...

Merda de Mundo Cretino! Idiota! Nojento!
Quero que o Mundo se exploda! Que todo mundo se foda... cansei...
Principalemnte de mendigar uma miséria de atenção... e soh ter repreensão como resposta.
cansei de esperar... por uma coisa que pode nem chegar... por um cara que nunca vai mudar
eu amo?! sim! maior que qualquer coisa que vc pode imaginar! maior que o infinito, tanto que dói!
mas eu não sei mais o que fazer com isso... tah me matando =\

terça-feira, 10 de junho de 2008

e o resultado poderia ser exatamente o que foi

terça-feira, 30 de maio de 2006

[Alice Reinventada]

[E ela caiu... caiu... e continuou caindo...
Até que com um baque surdo atingiu o que devia ser o fundo daquele buraco...
Depois do espanto causado pela queda repentida e pelo tombo inesperado pôs-se de pé... e olhou ao redor...
Ela havia caído numa sala... completamente vazia e fechada, exceto por uma mesa de vidro, as estantes no alto das paredes... e uma minúscula porta escondida atrás de uma cortina
Em cima da mesa havia uma chave dourada e um potinho de vidro
dentro do pote biscoitos de chocolate...
Ela comeu um e em instantes estava tão pequena que soh alcançaria a chave se soubesse voar, o que não era o caso...
E então, ela começou a chorar descontroladamente e comeu outro biscoito...
De repente, o inesperado aconteceu...
E ela começou a crescer, crescer, crescer e não parava mais... ela já estava tão grande q a mesa parecia de brinquedo...
Ela pegou a chave, que agora era tão minúscula quanto a porta, e ela nunca passaria pela porta com aquele tamanho todo... e de novo ela começou a chorar
Colocou a chave no bolso, e suas lágrimas escorriam, escorriam e já formavam uma grande poça no meio da sala...
E então aconteceu de novo...
E ela diminuiu tão rápido quanto cresceu...
E a poça de lágrimas era tão grande que já era um rio
Finalmente ela alcançou a portinha...
Pegou a chave no bolso de seu vestido vermelho...
Colocou a chave na fechadura e girou... três vezes.
E a porta se abriu.
Ela olhou espantada pro jardim a sua frente... e deu alguns passos
E a porta se fechou atrás dela com um rangido.
Ela olhou pra trás, para abrir a porta, mas a porta tinha desaparecido...
E soh o que havia era:
Um mundo diferente de tudo o que ela conhecia e sabia
E onde tudo lhe parecia estranho apesar de ter algum sentido
Um sentido absurdo!
Absurdamente lógico.]

sexta-feira, 12 de maio de 2006

A gente nunca sabe, realmente. Fingimos que sabemos, e acabamos acreditando na nossa inverdade.